Entrevista com a escritora Karen Alvares

Muita gente participou da nossa entrevista enviando perguntas pra Karen Alvares. Foi um recorde de envio de perguntas aqui no blog! (saiba como foi o processo clicando aqui) A maioria das pessoas, inclusive, mandou mais de uma pergunta, mas infelizmente, tive que fazer uma seleção. Como hoje é Dia das Bruxas, decidi que teríamos 13 perguntas: 12 escolhidas dentre as perguntas enviadas e 1 minha (é justo, rs).

Todos que enviaram perguntas concorreram ao sorteio do kit 1 exemplar de Histórias Envenenadas Vol. 2 + 1 ebook de Noites Negras de Natal e outras histórias. O sorteio foi feito pelo random.org e o resultado está no final do post. Ah sim, leiam a entrevista primeiro que ela está ótima.

Karen Alvares é de Santos, SP e está presente em várias antologias de contos, dentre elas: Dragões (Editora Draco), Noites Negras de Natal e outras histórias (independente), Histórias Envenenadas Vol. 2 (Editora Andross), Caminhos do Medo Vol. 2 (Editora Andross) e Dimensões.Br Vol.2 (Editora Andross). Ganhou o prêmio do SESC/DF Rubem Braga de crônicas, é colunista regular no Por Essas Páginas e tem mais publicações agendadas para esse fim de ano. Dentre elas, Horror em Gotas, um livro de contos que saiu hoje mesmo!

Comigo o enredo sempre chega primeiro: os personagens vão aparecendo e orbitando ao redor da ideia inicial.

Venha ler a entrevista e conhecer um pouco mais dessa autora.

1. Como você percebeu que seu destino era ser escritora? Quais eram seus passatempos que te levaram a querer contar histórias? (Junior Pires)

Com certeza foram as fanfics de Harry Potter que me fizeram ter vontade de escrever de verdade. Antes disso, já escrevia algumas coisinhas, principalmente na escola, bem como fazia os roteiros de peças de teatro para trabalhos etc., nada de mais, mas quando peguei firme nas fics foi que percebi que adorava escrever e que isso poderia ser um trabalho algum dia. Para quem não conhece as fanfics, elas são ficções escritas por fãs, baseadas em outra obra de arte. Eu participei do fandom de Harry Potter na época que os livros eram publicados e, devido à ansiedade pelos novos livros, comecei a escrever. Algo que contribuía também era que eu voltava do colégio, não tinha internet, então basicamente eu lia, escrevia ou estudava (hahaha, só quando era véspera de prova, né! E… bem, para o vestibular…), e aí tinha as tardes inteiras livres para isso. A Melissa de Sá também participava do fandom e escrevia fics incríveis, foi assim que a gente se conheceu!


Mas isso foi na adolescência. Foi só há uns dois anos que decidi que realmente queria ser escritora profissional e comecei a trabalhar duro para isso, escrevendo meus originais e correndo atrás de publicações.

2. O que é mais nítido para você quando está estruturando uma história: os sentimentos e características dos personagens ou o enredo em si? Como você costuma se organizar para definir suas histórias, ou elas acabam surgindo enquanto vai escrevendo? (Nívia Fernandes)

Comigo o enredo sempre chega primeiro: os personagens vão aparecendo e orbitando ao redor da ideia inicial. Por exemplo, no livro que estou escrevendo no momento, tive uma ideia e com ela veio a personagem que viveria essa história, mas não o resto. As características foram surgindo apenas enquanto eu amadurecia a ideia e os demais personagens vão aparecendo ao longo da escrita, quando percebo a necessidade deles. Uma coisa que costumo fazer para organizar minha escrita é criar uma lista de capítulos, com uma breve descrição dos seus acontecimentos; é algo que uso como um guia enquanto escrevo.

3. O terror é algo que mexe com os sentidos do leitor, despertando atenção do início ao fim, através do suspense, do horror, e de todas aquelas coisas que conhecemos. Você faz uso de alguma técnica já existente ou até mesmo inventada por você para prender a expectativa do leitor? Conte-nos. (Marcelo)

As técnicas que mais utilizo são descrever imagens impactantes e terminar as histórias com finais surpreendentes, chocantes ou em aberto. Acredito que o final de uma história, especialmente de terror, tem que causar um grande impacto no leitor, para ele sentir o medo mesmo após terminar a leitura. O horror tem que reverberar; se possível, fazer com que a pessoa não consiga dormir! (risos) Sempre tento construir gradualmente a sensação de horror até alcançar o clímax. São técnicas que observei nas obras do gênero que admiro, como livros, filmes e até mesmo games. Tento passar nas minhas histórias as mesmas sensações que tenho quando leio um livro de terror, assisto a um filme etc.

4. Você tem algum ritual para escrever? Algum horário preferido?  (Marwin)

Quando a necessidade bate, escrevo a qualquer hora, de manhã, de madrugada, já escrevi em caderninhos de anotações esperando o ônibus e já parei no meio da rua para anotar parágrafos ou ideias que apareceram na minha cabeça. Mas certamente o horário que funciono melhor é pela tarde, mais para o final dela. Acho que isso é resquício dos meus tempos de fanfics, quando a tarde era o meu horário fixo para escrever. Quanto ao ritual, tomo muito café, fico beliscando doces (péssimo para a dieta) e ouço músicas que tenham a ver com a história. Por exemplo, quando escrevo contos de horror, ouço sem parar as trilhas dos games de Silent Hill.

5. Escrever um livro por si só demanda um repertório de vida e leitura aliado a criatividade. Quando se trata de fantasia isso tudo parece exigir mais ainda de quem escreve. Pensando nisso gostaria de saber qual é a sua fonte inspiradora, o que ao seu redor desperta as ideias? E pensando em todo o “mundo invisível” que acaba surgindo em algum momento nesse tipo de história, que seja de um conto apenas, em algum momento suas crenças espirituais influenciam no que escreve? (Bruna Costenaro)

Bem, eu realmente leio muito. Esse ano já passei dos 50 livros lidos, e é aquela história: se você quer ser escritor, leia, leia, leia e depois leia mais um pouco. Livros são uma fonte inesgotável de aprendizado e inspiração. Mas, sim, tem outras coisas que me despertam ideias. Costumo pegar coisas do cotidiano e aplicá-las nos textos. Outro dia escrevi um conto, que está em Horror em Gotas, cuja primeira ideia veio de um cartaz em um poste, bastante sinistro, sobre um gatinho que foi envenenado naquela rua. Outras vezes pego ideias de sonhos: Alameda dos Pesadelos, por exemplo, começou por causa de um sonho. Às vezes roubo os sonhos do meu marido (que tem uma mente bem maluca), às vezes pego histórias de familiares, amigos ou conhecidos, e crio textos em cima disso. Agora, sobre minhas crenças espirituais, acredito que sim, elas influenciam meus textos. Na verdade, um livro, um conto, uma poesia, tudo isso tem muito da alma do escritor e, portanto, é difícil a nossa vivência não influenciar os textos. Mas quando crio um personagem, tento entrar na cabeça dele e separá-lo de mim o máximo possível, pois, a meu ver, ele é um elemento vivo, uma pessoa diferente de mim mesma.

6. Como você se sente ao ver seus livros e contos mencionados em blogs através de resenhas? Você aceita bem as críticas mencionadas por eles? (Elizabeth Machado Salles)

Nossa, eu fico muito feliz. Fico tão feliz que nem me importo se eles foram mencionados de forma positiva ou negativa, é tipo aquele sentimento “falem mal, mas falem de mim”, sabe? Ok, é claro que adoro quando as pessoas gostam do que escrevo, mas acredito que recebo bem as críticas negativas também. As pessoas têm direito de gostar ou não daquilo que leram; a partir do momento que você publica um livro ou um conto, você tem que entender que aquilo não é mais só seu, é dos leitores também. Talvez seja muito mais deles do que seu, na verdade. Tem histórias que só são finalizadas pelos leitores, na interpretação deles. E as críticas fazem a gente crescer. Elas começam antes mesmo do livro ser colocado à venda, com os revisores e editores. O escritor tem que estar preparado para isso, caso contrário não sobrevive no mercado.

7. Em Histórias Envenenadas você escreveu um conto sobre João e Maria e outro sobre A Pequena Sereia. Por que escolheu esses personagens? E por que abordar o lado psicológico deles? (Camila – Leitora Compulsiva)

Na época que vi a chamada para a submissão de Histórias Envenenadas resolvi procurar sobre os contos de fadas e descobri que, na realidade, as histórias originais são bem mais sinistras e sangrentas que as versões que conhecemos dos Grimm ou da Disney. A escolha para João e Maria e A Pequena Sereia foi porque, quando li as versões originais, elas foram as que mais me chocaram e me fizeram refletir. Nos contos, quis entrar na cabeça desses personagens, no caso, da Maria e da Ariel, e mostrar o sofrimento, o conflito interno e, especialmente, o lado mais cruel e maligno das personagens quando colocadas em uma situação extrema.

8. Não é fácil escrever crônicas. Qual é sua maior referência para ter começado a escrevê-las? Por ser uma modalidade de escrita relacionada ao cotidiano, quais temas a inspiram mais a escrevê-las? (Nívia Fernandes)

Comecei a escrever crônicas como um desabafo frente às dificuldades ou tristezas da minha vida. É a modalidade de texto em que doo mais minha vida e meus sentimentos. Algumas são apenas cenas que vejo na rua, no trabalho, no cotidiano; mas a grande maioria são mesmo lamentos e desilusões da minha vida. Algumas são explosões de raiva: a que ganhou o prêmio no SESC/DF foi quase um protesto! (risos)

9. Como foi que você pensou nos processos de publicação dos seus livros? Qual forma de publicação você acha que dá mais chances para escritores que estão começando? Você usou essa forma pra você? (Mariana)

A minha primeira publicação foi em três antologias da Editora Andross, entre elas, Histórias Envenenadas, com cinco contos espalhados nesses livros. Encontrei as submissões, enviei os contos e fui aceita, mas já tinha enviado para outras submissões antes disso. Acredito que enviar contos para antologias abertas seja a melhor forma de se inserir no mercado literário. É assim que o autor começa a mostrar seu trabalho e firmar um nome. Foi dessa maneira que consegui vários avanços na minha carreira, conheci pessoas e recebi alguns convites muito bacanas para novos projetos. Existem várias editoras que realizam esse tipo de trabalho, como a Editora Draco, a Andross e a Buriti.

Outra estratégia que utilizo é enviar textos para concursos literários espalhados pelo país. É uma alternativa para criar um currículo e, além disso, ganhar prêmios. É muito importante ter conquistas no currículo literário antes de enviar textos e romances para as editoras, assim como acontece no mercado de trabalho. Os concursos são um atrativo no currículo, bem como as publicações. Para escritores que queiram tentar concursos indico o blog: concursos-literarios.blogspot.com.br.

10. Que ferramentas você já utilizou e indica para divulgar e mostrar o seu trabalho? Qual você acha que deve ser a postura de um escritor em meio a tantos estímulos e novas formas de comunicação trazidas pela internet e pelas redes sociais? (Liége)

Já utilizei várias ferramentas, especialmente as redes sociais mais populares, como Twitter e Facebook, que uso constantemente. Elas ajudam muito. Uso também o Skoob, que é um grande aliado a leitores e escritores e o Wattpad, que é uma ferramenta de publicação incrível que está me trazendo ótimos resultados, super indicada. E, claro, os blogs: tenho o meu blog e também tento a divulgação com blogs parceiros, como o próprio Livros de Fantasia.

Acho que o escritor deve se empenhar para divulgar seu trabalho – e vamos frisar isso: seu trabalho. Seus livros, suas publicações, seus textos. Nada de ficar fazendo exposição pessoal. É claro que, no meu perfil do Twitter e do Facebook, coloco às vezes também coisas sobre a minha vida, mas é aquilo que as pessoas fazem normalmente em seus perfis, usando sempre o bom senso. É bom usar e abusar do bom senso na vida de escritor, na vida real e na internet. Mas o foco deve ser no trabalho. E sempre se manter humilde e com os pés no chão, sempre.

11. Há autores na qual você se baseia para se escrever? Se sim, quais são eles? (Emanuel S. Santos)

Uau, tem uma lista e ela é longa! Stephen King, o mestre, o mito; J. K. Rowling, a diva; Mario Prata, Luis Fernando Veríssimo, Carlos Ruiz Zafón, Neil Gaiman, Khaled Hosseini, Laurie Halse Anderson, John Green… E, claro, os meus amigos e colegas: Melissa de Sá, Roberta Spindler, Ana Lúcia Merege, Eduardo Kasse, entre outros. São autores inspiradores, que recomendo muito e que sempre têm algo a me ensinar. Como já falei antes, se você quer escrever, leia, leia e leia mais um pouco.

12. De onde vêm os seus personagens? São inspirados em pessoas reais ou em fatos? Qual de suas obras/personagens é seu favorito? Por quê? O que ele significa para você? (Larissa Santos)

Alguns personagens vêm de pessoas reais sim, mas a maioria é mesmo fruto da imaginação e com alguma influência das pessoas e da minha observação do mundo. Eu crio os personagens pensando mais no propósito deles do que outra coisa, mas há alguns que simplesmente aparecem e exigem ser escritos. Sempre conto a história de uma personagem de “Setor B12”, conto de Noites Negras de Natal e outras histórias – meu livro de contos de terror em parceria com a Melissa de Sá, que é a cópia exata de uma pessoa horrível que conheci, com algumas mudanças estratégicas. Isso é legal de ser escritor: você pode pegar uma pessoa horrorosa da sua vida e torturá-la em um conto de horror.

Agora, nossa, que pergunta difícil! Escolher um dos meus filhos? SÓ UM?! Tá de brincadeira comigo. Mas bem, vamos pensar… hum… podem ser dois? Então lá vai: o Joshua, do meu romance Alameda dos Pesadelos, e a Luciana, do conto “Chocolate”, que vai sair em breve na antologia Meu Amor é um Sobrevivente, da Draco. O Joshua porque ele seria uma pessoa que eu adoraria conhecer, e a Luciana porque tenho esse carinho enorme por ela e, bem, eu a conheço, essa é uma personagem que foi inspirada em uma pessoa real. Uma pessoa admirável e uma figura.

Mas, a obra? Hum… Acho que A Dama das Ameixas, publicado em Dragões, da Draco. Porque foi uma seleção muito difícil e uma conquista gigantesca conseguir estar nesse livro, junto com tantos contos e autores excepcionais. E porque esse conto me abriu muitas portas.

13. Hoje você está lançando Horror em Gotas, uma antologia de contos de terror, horror e suspense. Como foi que você decidiu juntar esses contos e publicar por conta própria? O que o leitor pode esperar dessa antologia?

Esse ano participei de um projeto ambicioso, junto com outros escritores, chamado Um Ano de Medo. Foi o Franz Lima que me convidou, um ótimo autor. A ideia era escrever um conto de terror por dia, todos os dias do ano. Uma empreitada muito difícil. Meus dias eram as sextas-feiras, e o projeto durou até o começo de outubro. Apesar de não chegar até o final, foi uma ideia fantástica e uma experiência na qual aprendi muito, cresci como escritora, lidei com prazos e conheci pessoas incríveis. É muito importante fazer contatos no mercado literário: sempre há o que aprender com os outros.

Além disso, o resultado foi mais de 30 contos de terror que foram publicados no projeto, no meu blog e no Wattpad. Decidi que não deveria parar aí. Publicar na Amazon também é outra maneira de divulgar o trabalho e alcançar novos leitores. E tem muita gente que prefere ler em um dispositivo de leitura (eu, por exemplo) a ler no computador.

Por isso, organizei 29 contos do projeto em uma antologia e inclui um conto inédito, o último do livro. No entanto, mesmo os contos que já foram publicados foram intensamente revisados e, muitas vezes, reescritos, então essa é uma nova edição de todos eles, ampliada. Aqui tenho que agradecer e muito à Melissa de Sá, que revisou todo o livro, corrigiu, deu ideias e me ajudou muito na organização e edição dele. Sem ela, o livro não alcançaria a qualidade que, acredito, alcançou.

Vocês podem esperar desse livro todo tipo de situação. Há contos para todos os gostos: grandes, pequenos e muito curtos, com todo tipo de personagem. Tentei reunir o máximo de ideias diferentes nesse livro, então há terror psicológico, sobrenatural e terror real, do tipo que todos nós encontramos na vida e, acredito, é mais aterrorizante do que qualquer monstro inventado. Há histórias contadas por crianças, monstros no armário, loucura, solidão, internet, possessão, maldade pura e até mesmo algumas histórias que tem um teor mais de drama, mesmo que o horror ainda esteja lá. Resumindo: vocês podem esperar de tudo!

Quero agradecer e muito à Mel pelo convite para a entrevista e pelo espaço. O blog Livros de Fantasia incentiva demais a literatura brasileira e isso é um serviço inigualável em favor da nossa cultura, que deve ser valorizada. E agradecer, principalmente, a vocês, leitores, que enviaram tantas perguntas e que leem minhas histórias (ou vão ler, tomara que essa entrevista desperte essa vontade em vocês!). Se vocês se interessaram pelos meus trabalhos, visitem meu blog: http://papelepalavras.wordpress.com/. Lá vocês vão encontrar tudo sobre meus livros, textos, minhas loucuras e várias coisas legais, contos, crônicas, postagens sobre games, personagens, autores e claro, livros (que é o que todo mundo ama aqui, né?). Obrigada por lerem essa entrevista e boas leituras!

Lembrando que vocês podem comprar Horror em Gotas clicando aqui. Para comprar outros livros da Karen, só visitar a livraria aqui.

* * *

Agora vamos ao sorteio!

Os números foram dados de acordo com a ordem de publicação dos comentários. Lembrando que foram incluídos comentários válidos, ou seja, aqueles que não forem repetidos e que respeitaram a regra da promoção.

1. Marcelo   2. Renata Lopes  3. Elizabeth Machado Salles  4. Emanuel S. Santos  5. Solange Antuano  6. Marwin  7. Bruna Costenaro  8. Camila – Leitora Compulsiva  9. Jacó Galtran  10. Liége  11. Larissa Santos  12. Junior Pires  13. Nívia Fernandes   14. Camila Rodrigues  15. Mariana

E @ ganhad@r foi…

Bruna Costerano!!!!

Parabéns, Bruna. Enviei um e-mail pra você com os dados necessários para o envio. Caso não tenha recebido, por favor, entre em contato com livrosdefantasia@gmail.com.

Para quem não ganhou, não desanimem. Ainda tem promoção no blog valendo um exemplar de Excalibur! Clique aqui para participar!

Obrigada a todos pela participação. Como sempre, foi uma ótima troca de ideias.

Melissa é escritora, blogueira e fica hiperativa com açúcar. Tem contos publicados em antologias das editoras Draco, Buriti e Cata-vento além de trabalhos independentes na Amazon. É autora do livro infantil A Última Tourada.

http://mundomel.com.br

 

9 Responses to “Entrevista com a escritora Karen Alvares”

  1. Jacó Galtran

    Excelente entrevista. A Karen, além de ótima escritora, mostrou também ter muito a dizer.

    Parabéns também à vencedora do concurso.

    Responder
  2. Bruna Costenaro

    Ewwwwww ganhei! Já respondi ao email, espero que tenha recebido direitinho! E mais uma vez mto obrigada!!!

    Boa Sexta!!!

    Miquilissssss

    Responder
  3. Adorei a entrevista! Já tinha lido há um tempo, mas não consegui comentar. A Karen é 10, e a gente percebe a qualidade e cuidado do trabalho dela só por essa entrevista. Prevejo muito sucesso no caminho dela XD.

    Responder
    • Melissa de Sá

      Também gostei muito das respostas dela, Liége. Também prevejo sucesso, até porque ela trabalha muito pra isso e tem muita qualidade em seus textos. 🙂

      Responder
  4. Adorei fazer essa entrevista. Obrigada pelo espaço, Mel, adorei as perguntas, foram todas muito inteligentes! 😉
    E obrigada pelos elogios, pessoal! =)
    Ana, o prazer é meu. Bons amigos e ótimos escritores a gente tem mesmo que recomendar!

    Responder

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