Outras Mídias: Frozen (ou princesas não são mais donzelas)

Título: Frozen – Uma Aventura Congelante

Título Original: Frozen

Direção: Chris Buck e Jennifer Lee

País de Origem: Estados Unidos

Ano: 2013

Duração: 102 min

Depois de Enrolados, a Disney nos apresenta mais um conto de princesas às avessas. Sim, temos a cantoria clássica da Disney, os personagens cômicos e uma história de amor, mas temos também a história de duas irmãs e seus conflitos pessoais e esse é o grande ponto do filme. As herdeiras do trono de Arendelle, Elsa e Anna, têm seus problemas para resolver e mostram que o papel de donzela não é sinônimo de ser princesa. Em Frozen, elas são mulheres poderosas e sabem disso.

Frozen é baseado no conto de Hans Christian Andersen “A Rainha do Gelo”. A história certamente desvia um tanto da original, mas é uma adaptação muitíssimo interessante. O projeto foi adiado durante décadas no estúdio da Disney até que essa versão aparecesse. Nela, a protagonista é Anna, a princesa de Arendelle, irmã da “rainha do gelo”. Anna sofreu um acidente quando criança, causado por sua irmã mais velha, Elsa, que tem um poder avassalador: o de manipular o gelo. Depois do incidente, Elsa se afasta da irmã, que se torna uma garota solitária, sonhadora e iludida no castelo.

Os pais das garotas morrem e aos dezoito anos, Elsa precisa assumir o papel de rainha de Arendelle, o que significa esconder seus poderes. Pela primeira vez em quase uma década, os portões são abertos e Anna se vê na posição de vivenciar tudo aquilo que sonhou: dançar, conhecer pessoas e, claro, um grande amor.

Nesse ponto do filme Anna é bastante ingênua. Ela está convencida que o amor romântico é o verdadeiro significado de sua existência e ela cai facilmente naquele esteriótipo da princesa da primeira era Disney (tipo Cinderella, Ariel e cia). Numa cena de comédia romântica, ela conhece o príncipe Hans e os dois decidem se casar imediatamente. Obviamente que Elsa, agora rainha, acha essa ideia toda uma loucura e as duas irmãs têm uma briga séria. Num ataque de raiva, Elsa revela seu poder e some de Arendelle. Anna resolve procurar a irmã no meio de um inverno rigoroso inesperado (causado pelos poderes de Elsa) sozinha e resolver a situação. Ela deixa tudo aos cuidados de seu noivo Hans e parte em sua jornada desesperada.

É interessante ver como a jornada de Anna em busca de Elsa é na verdade uma jornada de sair do papel da princesa clássica (iludida, inocente, indefesa, crente na ideia de que o amor romântico é o único objetivo da vida) para o de uma princesa dona de si mesma (que escolhe o que quer fazer, ri, chora, sente raiva, corre atrás). Em seu caminho, Anna conhece Kristoff, um jovem solitário e resmungão que vive vendendo gelo com sua rena Sven. É a partir de Kristoff que Anna muda radicalmente sua forma de pensar. Mas não, não é algo derivado do amor romântico e sim de sua postura em relação ao mundo, que pela primeira vez na vida, ela vivencia.

A relação entre Anna, Kristoff e o boneco de neve Olaf é muito bem feita.

A relação entre Anna e Kristoff é sempre a de estranhamento. Kristoff mostra a ela como sua visão de mundo (aquela da princesa tradicional) é uma construção que não funciona. Como suas ideias sobre amor na verdade são uma ilusão. Como não é possível conhecer uma pessoa em uma só noite. À medida que avança em sua jornada, Anna muda, mas o ponto central é sempre seu relacionamento com Elsa, sua irmã. Frozen é sobre a relação delas e nem mesmo a presença de Kristoff (que vai ficando cada vez mais forte ao longo do filme) consegue mudar isso.

Como personagem, Elsa também é muitíssimo interessante. Durante sua infância e adolescência, ela vive às escondidas, tentando controlar um poder que consome suas horas de tranquilidade. E ela ainda é a herdeira do trono, uma jovem rainha solitária. Quando finalmente seus poderes são libertados, Elsa entra numa espécie de frenesi pois pela primeira vez em toda sua vida, ela pode experimentar ser o que realmente é: uma jovem mulher com poderes extraordinários (a música “Let It Go”, que está concorrendo ao Oscar de Melhor Canção mostra muito bem esse momento).

Mas certamente que os anos de repressão ainda a assombram e, tomada por sentimentos humanos como raiva, confusão e medo, o lado negro de seus poderes se revelam. Mas Elsa não é boa nem má. Diferente da história original, a rainha do gelo é bastante humana. Quando o confronto entre ela e Anna acontece, o espectador tem um lembrete de que como humanos, somos capazes de coisas extraordinárias positivas, mas também negativas.

E Anna? A princesa se apaixona durante o filme? Sim. Duas vezes. E sofre as consequências por isso. Boas e ruins, como acontece quando mulheres de verdade se apaixonam. Mas não é esse amor que vai resolver seus problemas e para ela isso fica bem claro no final da narrativa, quando as duas irmãs se encontram.

Se apaixonar e entrar num romance não é um problema em um filme. Porque são coisas que acontecem na vida das pessoas. O problema com a tradição de filmes de princesa da Disney é que durante décadas amor romântico foi o único fator determinante na vida das princesas/protagonistas. Elas viviam e morriam em função disso. Filmes como Mulan e Enrolados passaram a questionar esse esteriótipo o que a meu ver é um grande avanço na representação de mulheres nos filmes Disney. Porque são filmes que mostram que o amor romântico pode existir, mas existem outras coisas na vida de uma mulher que a motivam: família, amigos, honra, dever. Uma imagem muito mais positiva para as garotinhas que vão aos cinemas hoje. A mensagem não é “se case se seja feliz para sempre” mas sim “vá em busca do que você acredita”.

Frozen ainda tem uma ótima trilha sonora – as músicas são todas ótimas e nenhuma me cansou – e personagens muito cativantes, que convencem com seus motivos e histórias paralelas. Um destaque vai para Olaf, o boneco de neve que sonha com o verão (inclusive a música dele é a melhor do filme!). Ri muito com ele. A dublagem de Fábio Porchat foi excelente (ele até cantou!), diferente da péssima dublagem de Luciano Hulck (quem teve essa ideia?) em Enrolados. Infelizmente não é a voz dele nesse trailer. Vocês podem ver a dublagem do Porchat aqui.

O trailer não é tão inovador quanto o de Enrolados, mas faz umas brincadeiras legais com os esteriótipos da Disney.

Quem já viu o filme? Gostaram?

Ah, só não gostei do nome em português: Frozen: uma aventura congelante. Achei que não teve nada a ver e inclusive me deu uma ideia errada do filme. Pensei que seria algo no estilo A Era do Gelo, sei lá. Não sei qual seria uma tradução/adaptação legal pra Frozen (Congelado? Gelado? Congelante? A Terra do Gelo?), mas o subtítulo não ajudou muito não. Inclusive o primeiro trailer lançado no Brasil não foi muito legal porque me passou exatamente essa ideia de A Era do Gelo. Clique aqui para ver.

Melissa é escritora, blogueira e fica hiperativa com açúcar. Tem contos publicados em antologias das editoras Draco, Buriti e Cata-vento além de trabalhos independentes na Amazon. É autora do livro infantil A Última Tourada.

http://mundomel.com.br

 

14 Responses to “Outras Mídias: Frozen (ou princesas não são mais donzelas)”

  1. AMEI esse filme! Até empolguei a aprender as musiquinhas, como fazia antigamente hehehehe Gostei de ver a Disney fazendo essa “revolução” em suas histórias, não só quebrando clichês como produzindo o filme mais feminista da sua história. Com o poder e influência que a empresa tem, só consigo pensar que agora sim, uma nova era vem aí…
    Quanto ao título, acho que só “Frozen” tava bom, sem subtítulo nem necessidade de traduzir mesmo! É sonoro, e coisas como “congelados” e afins iam deixar com uma cara ainda maior de cópia-derivada de Enrolados (já que parece ser o mesmo universo, com muita coisa em comum, como vi muita gente notando…)

    Responder
    • Melissa de Sá

      Eu também fiquei super empolgada, Redd. Comecei a aprender as músicas todas (“Você quer brincar na neeeeeeeeeeeeve?”). Elas são muito boas. Fazia anos que eu não me empolgava assim com um filme da Disney (e olha que gostei muito de Enrolados).

      Eu espero mesmo que uma nova era venha aí. Já não era sem tempo.

      Eu também acho que só Frozen seria legal. E realmente, “Congelados” ficaria muito parecido com o filme anterior.

      Agora, eu não entendo essa reclamação toda na internet. O fato de “Frozen” se passar no mesmo universo que “Enrolados” não me incomoda nem um pouco. Não entendi pra quê tanto desespero na internet em relação a isso.

      Responder
  2. Ai. Então. (Respira). Eu não gostei muito de Frozen. Acho que se as pessoas lerem minhas críticas do Hobbit e lerem meu comentário aqui vão achar que eu sou daquelas pentelhas que vai no cinema só para xingar, mas eu juro que essa não é a verdade XD. Eu costumo ser bem empolgada no cinema, mas por algum motivo ultimamente não ando dando sorte, ou não estou em um bom momento mesmo, sei lá.

    Eu creio que Frozen não funcionou para mim porque não gostei das músicas (tirando a primeira cantada pelos homens do gelo e a do Olaf, fazia tempo que eu não ria tanto e eu quero esse boneco para mim), que eram muitas, e porque a trama das irmãs não me empolgou. Eu não sei. Achei as coisas um pouco corridas e a Anna me irritou bastante no começo, ao passo que o crescimento dela me pareceu um pouco forçado. Eu sei que é um desenho, mas eu não tive a mesma sensação com Enrolados, mesmo porque senti mais empatia com o Flynn e a Rapunzel e consegui comprar as motivações deles. Agora a Anna e o Kristoff não foram carismáticos o bastante para mim e apesar de ter gostado do Kristoff, achei que ele ficou bastante apagado. Eu entendo que o foco estava na Anna e na Elsa, mas seria importante ter trabalhado bem o Kristoff também, já que ele é parte importante da história. Em Mulan e Enrolados o foco também está no crescimento e na jornada das duas mulheres, mas o Flynn e o Shang também tem um espaço e um tempo que permitem que a gente se importe com eles e entenda a relação que eles desenvolvem com as personagens principais. Tenho certeza que tem muita gente que não achou o Kristoff apagado, mas eu fiquei com essa impressão. Não comprei muito o crescimento que aconteceu a partir da relação deles.

    No final, eu achei bem interessante que a Anna tenha (SPOILER) salvado a irmã ao invés de ganhar o beijo do amor, isso porque eu acho que era extremamente necessário para a personagem dela. Foi bacana porque ela estava sempre pedindo o amor e a compreensão da irmã (não que ela fosse “egoísta” puramente, mas ela era imatura, jovem mesmo) e estava preocupada, em um primeiro momento, com a própria felicidade apenas. No final, achei que isso foi um sinal do amadurecimento dela, e isso foi legal, mas acho que a jornada até aí não me conquistou.

    Eu entendo e concordo que é bacana que a Disney evolua e mostre princesas (e personagens masculinos também) com mais dimensões, personagens com outros tipos de conflitos e motivações, porque seres humanos normais são assim. Frozen praticamente satiriza as animações da Disney e eu acho que isso é uma tentativa de se adequar ao novo público e aos novos tempos, mas eu sinceramente espero que essa busca pelo equilíbrio entre o velho e o novo não acabe por eliminar certos elementos clássicos das animações do estúdio, porque como você disse, não há nada errado em retratar esse tipo de sentimento romântico, entrar em um romance e nem mesmo em ser salva ou salvar, ou etc. Tudo depende da forma como se conta a história, das motivações de cada personagem, que devem ser retratados em sua diversidade, diversidade que existe nas pessoas. Em Enrolados a Rapunzel viajou com a ajuda do Flynn, teve o auxílio dele, salvou a vida dele e se casou no final, mas isso não tornou a animação pior ou a Rapunzel “passiva”, a história foi bem contada e foi coerente com os personagens e suas motivações. Acho que a questão não é tão simplista como as pessoas por vezes colocam, sabe (não aqui, viu! Estou falando dos comentários que vi em outros lugares), como se tudo se restringisse em “Casar X Não Casar”, “Depender do cara X Não depender do cara”. É uma questão mais profunda do que isso. Mas eu acho ótima a mensagem de “não dá para conhecer um cara em uma noite”. Nos primeiros filmes de princesa, mesmo quando eu era criança, eu ficava muito incomodada quando as princesas se casavam com alguém que elas não conheciam. Mas acho que é natural que uma empresa com praticamente 90 anos retrate valores de várias épocas nas quais estava inserida. A gente pode perceber que existe uma evolução contínua nos filmes já com outras princesas, a Bela já era diferente em vários aspectos, ela gostava de ler, queria ir para um lugar diferente, viver coisas novas, etc, tivemos Pocahontas, Mulan, Tiana, etc.

    Mas enfim, sua resenha está ótima, Melissa, eu compreendi perfeitamente os pontos que você levantou e acho que vou até procurar assistir Frozen com outros olhos, dar uma segunda chance a ele. Mesmo porque eu amei o Olaf e queria dar muitos abraços quentinhos nele :D.

    Responder
    • Melissa de Sá

      Liége, eu te entendo também. Inclusive os pontos que você apontou são super válidos. Inclusive eu acho mesmo que a Disney evoluiu ao longo dos filmes no que toca ao assunto mulheres. Se a gente parar pra pensar, a Aurora é mais interessante que a Branca de Neve, a Bela tem mais dimensões que as anteriores… Realmente, é uma melhora progressiva. E também não concordo com essa ideia de que as princesas têm é que lutar e talz, que não podem mais usar roupas de princesa nem nada. Isso é ridículo porque uma mulher não precisa ser uma chuta bundas pra ser uma personagem interessante. Ela pode ser uma mãe de cinco filhos que não trabalha e ser uma personagem interessante. O problema não a relação dela com casa/família mas sim se ela tem profundidade, desenvolvimento, atitudes críticas, etc.

      Eu gostei muito mais das músicas de “Frozen” do que “Enrolados”, confesso. Fazia anos que eu não saía cantando loucamente uma música de um filme novo da Disney e eu fiz isso com “Você quer brincar na neve?”. Eu adorei! hahahahaha Mas essa questão de músicas nos filmes da Disney é sempre bastante subjetiva…

      Quanto ao Kristoff… ele é um tanto apagado mas acho que é porque o foco do filme não é ele. Não senti que ele foi “menos desenvolvido”, apenas que ele não era parte crucial do que tava acontecendo ali. Deixa eu tentar explicar melhor: em “Enrolados” o Flynn era parte essencial da história. Ele foi responsável direto de tirar Rapunzel da torre. Ela faz um trato com ele, ela fica amiga dele, eles são próximos. Então é natural que o filme dê atenção a ele. Já com o Kristoff, a relação é mais tangencial. Ele está lá, ele é responsável pela mudança da Anna, mas a trama não faz com que ele seja tão essencial quanto o Flynn. É até interessante que no final Anna e Kristoff não se casam, apenas se beijam, um sinal de que eles estão se conhecendo, que a história deles juntos vai começar… Foi o que senti durante o filme e por isso essa questão do Kristoff não me incomodou tanto.

      Eu acho que você devia dar uma segunda chance ao filme, Liége. Claro que você pode continuar com seus pontos e no final das contas pode mesmo não ter gostado do filme, mas eu acho sempre legal assistir de novo. Nos deixa mais críticos. Inclusive é bom fazer isso quando gostamos muito muito de uma coisa também.

      Quem não queria dar abraços quentinhos no Olaf? Ele era fofinho demais.

      Responder
      • Melissa, você tem razão sobre o Kristoff. Eu acho que até por ter gostado do personagem (renas são melhores do que pessoas XD) eu fiquei desejando que houvesse um pouco mais de espaço para ele. Por isso essa impressão de “apagado”, mas você tem razão – ele não é foco do filme. Eu entendi que eles estavam realmente se conhecendo, mas essa parte da mudança da Anna por conta da interação com o Kristoff eu realmente achei que ficou um pouco vaga.

        Não sei até agora por que não gostei das músicas, não sei mesmo. Acho que foi porque elas vinham uma atrás da outra e, apesar de eu amar música, isso me cansou. Tive a impressão que “Por uma vez na eternidade” durou de fato uma eternidade e ela veio pouquíssimo tempo depois de “Você quer brincar na neve”. Sei lá!

        Isso me deixa triste, pois eu tinha adorado as músicas da Rapunzel (tirando a primeira que demorou um pouco para me conquistar), mas a da taverna, a da mãe, a que ela canta com o Flynn (muito amor!!), a do cabelo… tenho até o CD aqui em casa. Mas não sei o que me deu com Frozen, sério. Depois de ter ouvido Let it Go em inglês, eu até que curti, na verdade.

        Vou dar uma segunda chance para o filme sim, porque na verdade eu não odiei ele! Eu acho que fui toda animada no cinema, esperando gostar tanto quanto eu gostei de “Enrolados”, e não foi o que aconteceu, mas isso não significa que eu não possa gostar mais dele. Vamos ver se em uma segunda assistida eu consigo ser mais cativada pela trama das irmãs.

        Responder
        • Melissa de Sá

          Liége, eu entendo o seu ponto. A interação da Anna com o Kristoff realmente parece vaga, mas eu acredito que era essa intenção da história mesmo.

          Quanto às músicas… “Por uma vez na eternidade” foi realmente chata. Foi a única música que não gostei e pelo motivo que você falou: ela veio muito perto de “Você quer brincar na neve”. A música em si não é ruim, mas cansou por ficar muito próxima da anterior.

          Às vezes nossos problemas são mesmo relacionados a expectativas. Talvez pelo fato de você ter se animado tanto com Enrolados… Eu fui pro cinema sem saber o que esperar e adorei o filme. Na verdade, eu prefiro ele a Enrolados, apesar de achar que Enrolados é incrível.

          Responder
  3. Quando vi esse filme anunciado no cinema não fiquei com muita vontade de assistir, por pensar que fosse infantil com essa história de princesas, mas lendo seu post vi que vai bem além de um filme de princesas. A história parece mostrar pessoas que têm seus altos e baixos e que crescem ao longo do enredo, e isto é algo que eu tenho procurado ao ler ou assistir a uma história, especialmente em livros. Espero que saia logo no Now para eu poder assistir.
    Abraço!

    Responder
    • Melissa de Sá

      Exatamente, Laís. Ainda bem que a Disney tem desenvolvido seus filmes de princesa de uma forma mais profunda.
      Assista e depois me diga o que achou. 🙂

      Responder
  4. Oi, Mel.
    Eu fiquei doida para ver esse filme, mas acho que não está mais em cartaz. Vou ter que esperar pela estréia na tv a cabo!
    Achei o subtítulo ruim também porque passa uma impressão errada. Também achei que o filme era mais aventura!
    Beijos
    Camis

    Responder
    • Melissa de Sá

      Ai Camis, que pena que ele já saiu do cinema porque ele é ótimo. Mas daqui a pouco tá na tv a cabo ou em dvd. Então nem é tão tenso.
      O subtítulo dá mesmo essa ideia de aventura. Tem aventura no filme, claro, mas não é o foco.
      bjs

      Responder
  5. Acabei de assistir, depois da gente conversar essa semana. Gente, que desenho bonito! Que músicas bonitas! Que tudo bonito! Bonito demais.

    Tô até agora rindo de “Olha… fui empalado”

    Responder
    • Melissa de Sá

      As músicas… fazia tempo que eu não me anivama com músicas tão PERFEITAS! E o humor do filme é incrível. Não tem o que mudar nele.

      Responder
  6. Meu único problema com o filme foi a cantoria demais. Ok, é tradição da Disney, mas tinha uns momentos que não tinha necessidade. Mas eu adorei a canção da Elsa, claro, e a do Olaf também.
    A tua resenha do filme foi brilhante, Mel. Eu senti tudo isso mesmo. É uma felicidade que a Disney está repensando essas coisas e mudando seu jeito de representar as mulheres nos filmes. Dá esperança no futuro. E é um exemplo mesmo muito melhor para as próximas gerações de meninas.

    Responder
    • Melissa de Sá

      Em “Enrolados” eu realmente me cansei da cantoria, mas em “Frozen” eu gostei bastante. O motivo? Gosto das músicas de Frozen mas não gosto das de Enrolados. Então, acaba que é uma coisa muito pessoal mesmo. Vai do gosto do freguês. Aquela música da Elsa não tem como gostar, né? E eu passei mal de rir da música do Olaf!
      Que bom que gostou da resenha! XD Eu fiquei muito feliz com os rumos dos últimos filmes da Disney e sinceramente espero mais daqui pra frente.

      Responder

Leave a Reply

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>