Como foi a Bienal do Livro Rio 2015

Faz uma semana da Bienal do Livro Rio 2015, uma experiência super intensa para qualquer amante de livros. Euzinha, Melissa de Sá, estive por lá e vou contar para vocês como foi minha experiência, as pessoas que conheci, os livros que comprei.

Eu e a Karen Alvares num dos painéis da Bienal!

Só posso adiantar que a Bienal foi incrível!


Cheguei na sexta-feira 11 de setembro na Bienal e entrei na hora que o evento abriu junto da Karen Alvares e do Felipe Alvares. Logo de cara fiquei impressionada com o tamanho do Riocentro. Já tinha ido na Bienal do Livro de São Paulo, mas a do Rio deve ser pelo menos umas três vezes maior e achei bem mais organizada.

A estrutura do Riocentro é enorme e mais confortável que o Anhembi para um evento dessa magnitude. O sistema de ventilação é eficaz e as áreas verdes entre um pavilhão e outro são um alento para quem quer descansar e dar uma desparecida antes de enfrentar a fila de mais um estande.

Ao todo foram três pavilhões: o Laranja (com estandes de distribuidoras e livros promocionais de tudo quanto é tipo), o Azul (onde estavam as editoras grandes) e o Verde (com editoras médias e menores + praça de alimentação). Confesso que passei a maior parte do meu tempo no Verde, no estande da Editora Draco onde fiquei como escritora dando autógrafos e conversando com leitores. 🙂

Para quem não sabe, participei das antologias Excalibur e Boy’s Love: histórias de amor sem preconceito na editora. Além de ter publicado três contos solo em formato ebook – O Silêncio do Mundo, Três Passos no Caos e A Torre e o Dragão – e uma noveleta space opera – Um Novo Começo (parceria com Karen Alvares).

Tinha muita promoção? Olha, muita gente me fez essa pergunta e minha resposta é: depende. No pavilhão Azul, com as gigantes do mercado editorial, não tinha muita coisa. Na verdade, não encontrei nada que valesse a pena. Por outro lado, no Verde, editoras menores estavam com um preço mais camarada. No estande da própria Draco, inclusive, na compra de 4 livros, você levava o de menor valor de graça.

Leia também: Resenha do Young Adult Inverso | Resenha da fantasia épica Os Verdadeiros Gigantes | Conheça os livros da Ana Lúcia Merege | Cinco livros de fantasia para Ruth Rocha

Não, não fiquei na fila para pegar autógrafos de celebridades do mercado literário. Meu objetivo nessa Bienal foi mesmo conversar com leitores, conhecer amigos escritores e divulgar meu trabalho. E posso dizer que foi missão cumprida! (Você pode ler meu relato super emocional sobre esse aspecto aqui)

Além da companhia da incrível Karen Alvares, pude conhecer pessoalmente Ana Lúcia Merege, Eduardo Kasse, Erick SamaPriscilla Matsumoto, Tanko Chan, Claudia Dugim, Fabiana Madruga, Jim AnotsuCirilo Lemos, Viviane Fair, Felipe CastilhoDana GuedesThais LopesJaqueline de MarcoGerson Lodi-RibeiroEric Novello e o Casal Aficcionado! Isso além de trocar ideias com dezenas de leitores, entre adultos, jovens e crianças!

Da esq. pra dir.: Gerson Lodi-Ribeiro, Cirilo Lemos, Priscilla Matsumoto, Erick Sama, Tanko Chan, Melissa de Sá (eu!), Jaqueline de Marco e Claudia Dugim.

Isso valeu uma Bienal inteira! Inclusive, a caixa que levei do meu livro infantil independente, A Última Tourada, acabou! Yay!

Em relação a sinal 3G (que foi um problema sério na Bienal de São Paulo ano passado), achei que o sinal estava digno. Pelo menos as máquinas de cartão estavam funcionando. Nos celulares pessoais a coisa tava mais complicada, mas imagino que esse é o tipo de coisa que os organizadores de eventos terão que pensar no futuro.

Já sobre filas de autógrafos e encontros com autores/celebridades literárias, eu confesso que não posso opinar pois não participei dessas sessões. Mas posso dizer que a impressão (frisando bem a palavra aqui) que tive foi de que estava mais organizado: não vi gente desmaiando como aconteceu ano passado.

O que eu comprei?

Uma pilha de autores nacionais que aos poucos será toda resenhada aqui no blog!

Se valeu a pena? Claro! Fui embora no domingo 13 de setembro com muita alegria no coração. Que venha a próxima Bienal!

E vocês? Quem é que foi? O que viram e compraram?

Melissa é escritora, blogueira e fica hiperativa com açúcar. Tem contos publicados em antologias das editoras Draco, Buriti e Cata-vento além de trabalhos independentes na Amazon. É autora do livro infantil A Última Tourada.

http://mundomel.com.br

 

One Response to “Como foi a Bienal do Livro Rio 2015”

  1. Maristela G Rezende

    Eu leio os post sobre a Bienal, seja de São Pulo ou do Rio e fico morrendo de vontade de ir. Acredito que deva ser uma emoção muito grande.

    Responder

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